História da Medicina Veterinária
Fonte: Informações retiradas so site do Conselho
Federal de Medicina Veterinária-CFMV. Novas informações introduzidas
por Marcell Hideki Koshiyama.
No Brasil
Com a
chegada da família real ao Brasil, em 1808, nossa cultura científica e
literária recebeu novo alento, pois até então não havia bibliotecas, imprensa e
ensino superior no Brasil Colônia. São fundadas, inicialmente, as Faculdades de
Medicina (1815), Direito (1827) e a de Engenharia Politécnica (1874). Dom João
VI, por Decreto-Lei mandou criar no 1º Regimento de Cavalaria do Exército, um
curso de "Alveitaria", nomeando como coordenador dos ensinamentos, o
"Artista Veterinário" (Artis Veterinaire) João Baptista Moncuet. Em
1810, o Conde Linhares, Ministro do Estado dos Negócios Estrangeiros e da
Guerra criava o cargo de Veterinário naquele Regimento.
Quanto ao ensino das Ciências Agrárias, seu interesse só foi despertado quando
o Imperador D. Pedro II, ao viajar para França, em 1875, visitou a École
Vétérinaire D'Alfort, impressionou-se com uma conferência ministrada pelo
Médico Veterinário e Fisiologista, Dr. Collin. Ao regressar ao Brasil, tentou
propiciar condições para a criação de entidade semelhante no país. Até a
tentativa do Professor Azevedo Sodré, apresentada pelo deputado Gastão Cunha,
todas as iniciativas de implantar o ensino médico-veterinário no Brasil
fracassaram, inexplicavelmente.
Mais uma tentativa parecia estar fadada a falhar, desta vez no Exército,
comandada pelo Coronel Dr. Marcolino Souza, que compreendia a importância e a
necessidade do Exército ter um núcleo formador de profissionais de seu quadro,
considerando que "a veterinária, ali como existia, era como se não
existisse" (Coronel Cerqueira Alves). Com um grupo de outros oficias
chegou a preparar planos de ensino, programa de disciplinas, se fez e nada se
aproveitou. Surge então a figura do Dr. João Muniz Barreto de Aragão, que
compreendeu a importância do trabalho do Coronel Marcolino de Souza e deu
continuidade aos seus trabalhos, tomando como objetivo a implantação do ensino
da Medicina Veterinária no Brasil.
Então, já sob regime republicano com o Decreto nº 8319 de 20 de outubro de
1910, assinado pelo Presidente Nilo Peçanha. O documento tornava obrigatório o
ensino da Medicina Veterinária. Nossas autoridades decretaram a criação das
duas primeiras instituições de ensino de Medicina Veterinária no Brasil, sendo
a primeira a Escola de Veterinária do Exército, no Rio de Janeiro pelo Decreto
nº 2232, de 06 de janeiro de 1910 (inaugurada em 17 de junho de 1914) onde os
primeiros professores foram Médicos Veterinários Militares franceses,
selecionados por Emile Roux, do Instituto Pasteur de Paris. A segunda escola
foi a Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária do Rio de Janeiro
(hoje Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - UFRRJ), através do Decreto
nº 8919 de 20 de outubro de 1910 (inaugurada em 04 de julho de 1913), no Rio de
Janeiro, onde os primeiros professores foram Médicos Veterinários franceses e
um belga.
Este professor belga era o Dr. Octave-Jules Dupont, nascido em 4 de maio de
1881 na cidade de Zwevegen e graduado em Medicina Veterinária pela Escola
Veterinária de Cureghen e em Medicina e Cirurgia ela Universidade Libre de
Bruxelas, Bruxelas, Bélgica, passou toda sua vida profissional no Brasil.
Indicado pelo diretor da Escola de Veterinária de Cureghen ao secretário da
embaixada brasileira na Bélgica a pedido do Ministro da Agricultura, chega ao
Brasil em 9 de setembro de 1912 aos 27 anos de idade. Atuou como Professor de
Clínica Médica de Grandes Animais e trabalhou ao lado de Oswaldo Cruz e Vicente
Leite Xavier. PEsquisou a salmonelose, anaplasmose, encefalomielites e doenças
carenciais em eqüinos. Foi o introdutor da BCG (Bacilo de Calmette e Guérin) no
esquema de vacinação contra a tuberculose bovina. Foi o primeiro a identificar
um caso de histoplasmose canina no Brasil. Escreveu o livro "O Cavalo de
Corrida: Criação, Medicina e Cirurgia Equinas". Foi diretor por muitos
anos do Hospital Veterinário do Jockey Clube Brasileiro que hoje leva seu nome
(Hospital Veterinário "Octávio Dupont") onde recebeu o título de
Sócio Honorário do Jockey Clube Brasileiro e a Medalha de Ouro pelos 50 anos de
serviços prestados a instituição. Recebeu o título de Professor Emérito da
UFRRJ. Foi agraciado com o diploma de Acadêmico Perpétuo e a Medalha de Carioca
Honorário. Na Bélgica recebeu do próprio rei a Comenda Chavalier de l'Ordre de
Leopold. Foi eleito patrono da cadeira nº 8 da Academia Brasileira de Medicina
Veterinária e nomeia um prémio anual dado ao melhor aluno do curso de Medicina
Veterinária da UFRRJ. Seu nome foi dado a uma rua em sua cidade natal e a uma
rua na Barra da Tijuca. Faleceu em 1974.
O ensino foi dirigido, inicialmente, de maneira diferente nas duas escolas. A
civil foi orientada à produção animal, principalmente dos bovinos. Os animais
importados eram atacados pelos carrapatos transmissores da anaplasmose e
babesiose, exigindo um exaustivo trabalho de premunição. Mais tarde, houve uma
grande orientação para a Clínica de pequenos animais (clínica do grego
significa "aquele que permanece ao lado do paciente", expressão
criada por Hippocrates) e a Saúde Pública Veterinária, com a campanha contra o mormo,
doença que atacava os cavalos e os soldados. A primeira turma da escola civil
graduou-se em 1917. Os melhores alunos da Escola de Veterinária do Exército
eram enviados para o Instituto Osvaldo Cruz, precursor da pós-graduação formal
no Brasil, muitos dos quais transformados posteriormente em destacados
cientistas.
A Escola de Veterinária do Exército formou sua primeira turma em 15 de
fevereiro de 1917 com 6 alunos. A Escola Superior de Agrucultura e Medicina
Veterinária formou sua primeira turma em 03 de julho de 1917, com 4 alunos. A
primeira mulher diplomada em Medicina Veterinária no Brasil foi a Dra. Nair
Eugenia Lobo, na turma de 1929 pela Escola Superior de Agricultura e Medicina
Veterinária do Rio de Janeiro.
No estado de São Paulo, a primeira Médica Veterinária (que ocupou a cadeira nº
14 da Academia Brasileira de Medicina Veterinária) foi a Dra. Virginie Buff
D'Apice, grauada em 1930 pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da
Universidade de São Paulo tendo sido professora e diretora técnica da
Biblioteca da FMVZ-USP de 1935 a 1958. Elaborou o primeiro projeto do Código de
Deontologia e Ética Profissional, apresentado no V Congresso Brasileiro de
Medicina Veterinária na cidade de São Paulo em 1950. Foi também fundadora e
primeira presidente da "International Women Auxiliary to the Veterinary
Profession" e da "Associação Brasileira das Senhoras dos Médicos
Veterinários". Faleceu na cidade São Paulo, no ano de 1984.
A primeira Médica Veterinária graduada no Paraná e ainda em atividade (ano de
referência 2005) e titular fundadora e ocupante da cadeira nº 9 da Academia
Paranaense de Medicina Veterinária (fundada em 26 de abril de 1999) é a Dra.
Ingeborg Dorothéa Wiedner Cacciatori Marenzzi, graduada pela Escola Superior de
Agricultura e Veterinária (atual curso de Medicina Veterinária da Universidade
Federal do Paraná) em 1952. Recebeu a Medalha de Honra ao Mérito
"Professor Arlindo Loyola de Camargo" por estar em primeiro lugar na
classificação das notas obtidas durante todo o período universitário. Após
formar-se, montou um consultório veterinário na cidade de Curitiba, atualmente
Clínica Veterinária Pasteur. No Rio Grande do Sul, a primeira Médica
Veterinária formada é a Dra. Elinor Fortes, graduada pela Escola de Agronomia e
Veterinária (atual Faculdade de Veterinária da Universidade Federal do Rio
Grande do Sul), em Porto Alegre no ano de 1951. Além de membor da Academia
Rio-Grandense de Medicina Veterinária, é uma das poucas mulheres agraciadas com
o Prêmio Paulo Dacorso Filho, concedido pelo Conselho Federal de Medicina
Veterinária anualmente a um único profissional de notório saber.
Especializou-se em Parasitologia.
Em 1911, em Olinda, Pernambuco, a Congregação Beneditina Brasileira do Mosteiro
de São Bento, através do Abade D. Pedro Roeser, sugere a criação de uma
instituição destinada ao ensino das Ciências Agrárias, ou seja, Agronomia e
Medicina Veterinária. As escolas teriam como padrão de ensino, as clássicas
escolas agrícolas da Alemanha, as "Landwirschaf Hochschule". Esta
viria a ser a terceira escola de Medicina Veterinária do Brasil.
É fundada em 03 de novembro de 1912 a Escola Superior de Agricultura e Medicina
Veterinária de Olinda e no dia 1 de julho de 1914, eram inaugurados,
oficialmente, os curso de Agronomia e Medicina Veterinária. Todavia, por
ocasião da realização da terceira sessão da Congregação, em 15 de dezembro de
1913, ou seja antes da abertura oficial do curso de Medicina Veterinária, um
Farmacêutico formado pela Faculdade de Medicina e Farmácia da Bahia solicitava
matrícula no curso de Medicina Veterinária, na condição de portador de outro
diploma de curso superior. A Congregação, acatando a solicitação do postulante,
além de aceitar dispensa das matérias já cursadas indica um professor
particular, para lhe transmitir os conhecimentos necessários para a obtenção do
diploma antes dos quatro anos regimentares. Assim, no dia 13 de novembro de
1915, durante a 24ª sessão da Congregação, recebia o grau de Médico Veterinário
o Dr. Dionysio Meilli, primeiro Médico Veterinário formado e diplomado no
Brasil. A primeira turma de alunos regulares da escola, colou grau em 11 de
novembro de 1917 com 4 alunos. Desde o início de suas atividades até o ano de
1925, foram diplomados 24 Médicos Veterinários. Em 29 de janeiro, após 13 anos
de funcionamento, a escola foi fechada por ordem do Abade D. Pedro Roeser.
A quarta escola de Medicina Veterinária a ser criada no Brasil (primeira escola
de Medicina Veterinária do estado de Minas Gerais) foi da Escola Superior de
Agronomia e Veterinária (ESAV), em Viçosa, criada pelo Decreto nº 6053 de 30 de
março de 1922 (inaugurada em 28 de agosto de 1926). A primeira turma foi
constituída pelos alunos: Carlos Braz Cola, Pedro Costa Filho, Nestor Giovini,
José Dolores de Avelar, Antônio Olivier de Paula Sobrinho, Carlos Domingos
Craveiro Durande, Miguel Gione Pardi e Ruy de Araújo Lima. Seu curso de
Medicina Veterinária foi desmembrado e transferido para Belo Horizonte em 1942,
dando origem à Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais
(UFMG). A ESAV foi transformada em Universidade Rural do Estado de Minas Gerais
(UREMG) e, em 1969 foi transformada na atual Universidade Federal de Viçosa
(UFV), tendo seu curso de Medicina Veterinária recriado posteriormente.
Com certeza você já se deparou com
um animal na rua sem dono, em condições precárias de saúde. Todos os dias
morrem vários animais devido ao abandono, não é só a vida dele que corre risco,
a sua também, pois eles são considerados hospedeiros de algumas doenças que são
transmitidas ao humano, as chamadas zoonoses.
Na maioria
dos casos há sempre os “proprietários” que irresponsavelmente abandonam
ninhadas em ruas e parques, além de ser um crime que fere os direitos dos
animais, traz um grande problema à fauna, pois os gatos são predadores do topo
da cadeia alimentar, isto é, se alimentam de uma grande variedade da fauna. Sobrevivem
muitas vezes quando abandonados por serem formidáveis predadores. Bom para o
gato, ruim para a fauna local que costuma ser fortemente impactada por uma
população felina.
A
respeito da prática que fere os direitos dos animais, o Instituto Nina Rosa
produziu um vídeo educativo intitulado Fulaninho, que relata a vivência de um
cãozinho abandonado. O vídeo é dirigido a crianças e adolecentes e aborda o
tema da posse responsável dos animais de estimação.
Segundo a
WSPA (Sociedade Mundial de Proteção Animal), uma única cadela, com uma vida
reprodutiva de 6 anos, pode gerar 100 (cem) descendentes, enquanto uma gata em
apenas 2 anos pode deixar 200 (duzentos) descendentes. São números realmente
assustadores, desconhecidos da maioria das pessoas. Não há lugar para tantos cães e
gatos. O sacrifício é freqüentemente a solução mais simples. Obviamente o
correto é evitar o nascimento de tantos animais.
Gatos
machos não-castrados costumam se aventurar na rua atrás de fêmeas no cio e
costumam terminar mal para você e seu gato, trazendo doenças para dentro de
casa ou até se machucando em brigas, e a aventura acaba saindo mais caro do que
uma simples castração. Além disto, machos tem por hábito "demarcar" o
seu território com freqüentes esguichos de urina, que tem um forte odor. Estes
incômodos também acabam com a castração.
A castração
é uma operação relativamente segura, quando feita por um bom médico
veterinário, os animais geralmente se recuperam da castração em uma semana, com
desconforto mínimo.
A castração também é indicada para a
prevenção de doenças como tumores prostáticos, mamários e uterinos. Os animais
castrados têm menor probabilidade de desenvolver comportamento agressivo e,
muitas vezes, a castração é indicada com essa finalidade: diminuir a
agressividade em cães e gatos.
Vantagens:
·
Diminui
os riscos de câncer de próstata, mamas e piometra (infecção uterina);
·
Reduz
o risco de doenças sexualmente transmissíveis (já que a atividade sexual se
torna rara);
·
Deve
ser feita em cães jovens para ser eficaz na prevenção de doenças, especialmente
em fêmeas;
·
É
uma medida de controle populacional de cães e gatos (uma outra alternativa é a
vasectomia em machos, mas que não tem os benefícios de prevenção de doenças);
·
Restringe
brigas com outros animais;
·
Evita
ninhadas não desejadas;
Desvantagens:
·
Pode
fazer o animal engordar, dependendo de sua tendência natural;
·
Não
é método de adestramento, e sozinho, não serve para acalmar o cão ou torná-lo
mais obediente;
·
Animais
castrados podem continuar subindo na perna das pessoas para chamar atenção, mas
não por desejo sexual;
·
Se
for só por conveniência, não é aconselhável para cães idosos;
·
É
raro, mas pode gerar incontinência urinária;
Vantagens:
·
Evitar ninhadas não desejadas
- Mas o
que fazer com os filhotes se ninguém os quiser? E os futuros donos, tratarão
tão bem seus "netinhos" como você?
·
Animais castrados são mais saudáveis
- Tanto
machos como fêmeas têm menos chances de desenvolver problemas de tumores e
infecções nos órgãos reprodutivos.
·
Passeios controlados
- Animais
castrados fogem menos e com isso levam uma vida mais segura, diminui também as
brigas com cães vadios e o risco de danos, infecções, atropelamentos e livrando
você de altas contas no veterinário.
·
Mudança de comportamento
- Animais
castrados são mais contentes e comportados;
- A
castração precoce reduz o aborrecimento e constrangimento do cão macho ficar
"montando" nas pernas das pessoas ou na mobília;
- Seu
animalzinho não ficará preguiçoso e gordo. Mas nem sempre isto ocorre. Quando
feita depois do animal adulto realmente ele ficará com uma tendência a
engordar, o que pode ser controlado com uma rotina de brincadeiras e
exercícios, além de não deixá-lo comer demais;
- A
castração não afeta os instintos naturais de um cachorro para proteger sua casa
e família.
·
Melhor convivência em casa
- Resulta
em uma fêmea mais limpa
-
Castração precoce também ajudará ao treinamento p/ urinar no local certo,
diminuindo a incidência de urina "nos cantinhos" que o macho faz por
razões territoriais;
Razões para não
castrar:
·
Animais de raça, animais com pedigree
- Determinadas raças possuem
características indesejáveis que passam para seus descendentes, não sendo
aconselhável seu cruzamento. Pesquise os problemas de saúde comuns em sua raça
e sugira uma avaliação de seu veterinário com relação aos defeitos genéticos
que seu animal possa vir a passar para seus filhotes.
·
Queria que minhas crianças vissem o milagre do nascimento
- lembre-se que o parto é uma situação delicada para a cadela. Ela precisa
de tranqüilidade; algumas fêmeas, inclusive, ficam agressivas, não permitindo
que muitas pessoas se aproximem.
- E se a
sua cadela que está parindo começar a ter complicações e correr risco de vida?
Isto não seria nada interessante para as crianças.
- Ao invés
disso, você deveria explicar às suas crianças que o real milagre da vida é
sabermos prevenir nascimentos não desejados, de forma que não tenhamos que
arcar com conseqüências depois.
Érica Pieroli Folhari
Médica Veterinária – FAMED 2009
Bauru - SP
Fonte: http://www.saudeanimal.com.br
Neíse Teixeira Lourenço
Médica Veterinaria - UFF 1980
Juiz de Fora - MG
Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados.
Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.
Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida – tamanho, peculiaridades, espaço físico.
Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa contê-lo.
Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o regularmente.
Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.
Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.
Recolha e jogue os dejetos (cocô) em local apropriado.
Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local. Também é recomendável uma identificação permanente (microchip ou tatuagem).
Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.
Fonte: ARCA Brasil
Sim. Mas antes de mais nada, vale lembrar que você está numa situação complicada, que envolve a sua relação com o seu vizinho e os animais. Por isso, antes de qualquer atitude, certifique-se de que se trata realmente de um caso de maus tratos. Colha evidências, testemunhos e observações que comprovem a situação. Não deixe de conversar com o agressor, salientando o fato de que ele está cometendo um crime. Tenha em mente que o seu objetivo é o bem estar do animal, e não uma vitória sobre o seu vizinho. A experiência mostra que, muitas vezes, quando os humanos não se entendem, a maior vítima é o animal.
Toda pessoa que seja testemunha de atentados contra animais pode e DEVE comparecer a delegacia mais próxima e lavrar um Termo Circunstanciado, espécie de Boletim de Ocorrência (BO), citando o artigo 32 "Praticar ato de abuso e maus-tratos a animais domésticos ou domesticados, silvestres, nativos ou exóticos ", da Lei Federal de Crimes Ambientais 9.605/98. Caso haja recusa do delegado, cite o artigo 319 do Código Penal, que prevê crime de prevaricação: receber notícia de crime e recusar-se a cumpri-la.
Caso seu vizinho seja indiciado ele perderá a condição de réu primário, isto é, terá sua "ficha suja". O atestado de antecedentes criminais também é usado como documento para ingressar em cargo público e empresas, que exigem saber do passado do interessado na vaga, podendo recusá-lo na evidência de um ato criminoso.
Por meio da justiça, você poderá requerer a guarda desses animais. No entanto, essa deve ser uma atitude bem pensada, pois envolve um grande trabalho. Será preciso disponibilizar abrigo provisório, oferecer alimentação adequada, local devidamente limpo, espaço, cuidados veterinários, lazer e muito carinho. Caso você decida se responsabilizar por eles mas não possa mantê-los permanentemente, será necessário ainda encontrar um destino para esses animais, ou seja, uma adoção responsável.
Fonte: ARCA BRASIL
Orientação às empresas de transporte intermunicipal e usuários quanto ao transporte de animais domésticos.
Nos serviços de ônibus rodoviários e suburbanos intermunicipais, do sistema regular, de acordo com o artigo 31, item VII do Decreto 29.913, o passageiro poderá embarcar consigo animais domésticos de pequeno e médio porte, devidamente acondicionados e de acordo as disposições regulamentares pertinentes.
O transporte do animal doméstico deve ser realizado preservando a comodidade, segurança e conforto dos passageiros e de terceiros, bem como o bem estar do animal, sem acarretar alteração no cumprimento do quadro de regime de funcionamento da linha.
Os animais domésticos de pequeno e médio porte (cão e gato), com peso até oito quilos, podem ser transportados desde que atendam as seguintes condições:
Na excepcionalidade do transporte de aves e animais silvestres, da fauna brasileira, deverá ser respeitada a regulamentação do IBAMA.
Não será permitido o transporte de animal que por sua espécie, tamanho, ferocidade, peçonha ou saúde, comprometa o conforto e a segurança do veículo, de seus ocupantes ou de terceiros.
Havendo qualquer manifestação ou nova notícia fundamentada de omissão, no que tange a maus tratos, pode ser pedida a alteração dos termos destas INSTRUÇÕES.
Fonte: ARTESP
A sarna é apenas uma denominação usada para descrever diversas moléstias provocadas pelos ácaros que depositam seus ovos na pele dos animais. Dependendo do tipo, a sarna pode ser transmissível a outros animais e pessoas que moram na casa. As sarnas que geralmente atacam os cães e gatos sãos as sarcóptica, demodécica e otodecica.
A sala de espera do veterinário é uma altura de stress tanto para donos como animais. Na mesma sala há cães e gatos, coelhos e iguanas, animais de diferentes tamanhos e personalidades. Para alguns animais é um verdadeiro terror ir ao veterinário, não só porque não gostam da viagem, não aguentam muito tempo quietos na sala de espera e também porque associam a ida ao veterinário a algo negativo.
O seu cachorro terá de ser educado convenientemente enquanto é pequeno, pois é nesta altura que ele aprende melhor as regras de estar na nova casa.
De preferência, ensine-lhe estas regras logo que possível, nos primeiros dias de estadia na nova casa.
Por isso, esta secção está dividida em seis partes, para poder ir direito ao assunto.

Regras de Higiene
Leve o seu cão cinco ou seis vezes por dia à rua, para ele se aliviar.
Apesar de incomodo, este método fará com que o seu cão aprenda as regras de higiene em cerca de dez dias. Durante este período, é aconselhável deixar dormir o seu pequeno cão ao pé da sua cama, para ele mesmo poder comunicar quando tem vontade de se aliviar.
Durante o dia, também deverá vigiar o seu cão com atenção, para verificar quando ele tem necessidade de ir à rua. Normalmente, os cães fazem as suas necessidades depois de acordarem e de comerem.
Assim que o seu animal se prepare para fazer as necessidades no local escolhido, deverá ser elogiado, pois isto fará com que ele perceba o que está certo. Se o cão se descuidar e fizer em sítios menos apropriados, deverá limpar o local e não fazer comentários ao cão - nem brigar com ele -, pois o cão não percebe a relação entre o castigo e o problema.
Restrições
O cachorro deverá ser ensinado logo desde pequeno a não frequentar certos tipos de locais como, por exemplo, os sofás.
No caso do cão ir para um destes locais que você não deseja, deverá logo dizer-lhe «não» e tirá-lo daí. Se fizer isto enquanto ele é pequeno, depressa se habituará às novas regras e, quando for mais crescido, não terá problemas em controlá-lo.

Coleira e trela
A maior parte dos cachorros vem para os donos sem coleira. Estes vêm «nus», e deve-se começar, desde logo, a habituá-los à coleira e à trela.
Antes da refeição, ponha-lhe a coleira sem a apertar. Depois o conduza até a tigela da comida, distraindo-o. Mesmo que ele comece a estranhar, distraia-o com a comida e não lhe tire a coleira. Depois de comer, encaminhe-o para dormir e, então aí, tire-a.
Com este método não terá problemas em habituar o seu pequeno cachorro à coleira.
Mais difícil, contudo, é a habituação à trela. Comece por treinar o seu cão em casa: ponha-lhe a trela e diga-lhe para avançar, sem o puxar. Se ele parar, distraia-o, para continuar. Também pode usar uma guloseima para fazê-lo andar.
Se este método resultar dentro de casa, comece, depois, por o levar à rua. No entanto, na rua é mais difícil, pois o cão entusiasma-se com uma coisa e quer correr atrás disso. Se ele começar a correr, faça-o abrandar, dizendo-lhe para parar. Só depois de ele parar totalmente é que poderá seguir normalmente, pois se lembre de que NUNCA deve ceder à vontade do animal.
Se ele ficar para trás, atraia-o para junto de si e estimule-o a continuar, oferecendo-lhe uma guloseima.
Com este método, ao fim de 3 dias o seu cão já estará pronto para realizar o primeiro passeio.

Deixar o cão sozinho
O cachorro terá que aprender, com certeza, a ficar sozinho. O melhor método de iniciar o treino é quando ele está muito cansado, como por exemplo, depois de correr muito lá fora.
Ponha-o no seu cesto e faça-lhe festas. Depois se afaste. Se ele o seguir, volte a pô-lo no seu cesto e vá-se afastando até conseguir sair da sala onde ele se encontra.
Espere cerca de 5 minutos e, depois volte lá. Ele estará contentíssimo de o ver e, então lhe faça muitas festas e elogios.
Com este método, o seu cachorro irá aprender a ficar sozinho e a não estranhar a sua ausência.
O cão na Sociedade
Enquanto o cão é jovem, deverá ensinar-lhe as regras básicas de convivência na Sociedade em que vivemos. Para isso deverá fazer muitos passeios com ele, de modo a aproveitar ao máximo a convivência deste com as mais variadas situações.
Por exemplo, nos passeios deverá fazer com que ele ande sempre pelo passeio, não o deixando desviar para outro lado. Lembre-se que esta é a melhor altura para ensiná-lo. Num cruzamento, deve esperar com ele ao pé do semáforo, dizendo-lhe que se sente. Depois, quando o sinal estiver verde, deverá atravessar, sempre pelo caminho mais curto e a direito.
A convivência com outros cães da mesma raça também é muito importante. Deixe o seu cão brincar com os seus amigos nos espaços apropriados (relvados, pátios, parques...), não o deixando brincar na estrada nem em sítios que possam constituir perigos.
Durante os passeios, também deve proporcionar ao seu pequeno animal o convívio com crianças. Ele, assim, aprenderá a força que tem e saberá quando pode brincar «à vontade» e quando tem que ser mais cuidadoso.
Com estas medidas simples e divertidas, estará a preparar o seu cachorro para brincar e conviver na Sociedade.

Ordens mais importantes
As ordens que o seu cão deverá aprender são as seguintes:
Aqui!: Para ensiná-lo a compreender esta palavra, quando ele estiver a correr ou a andar chame-o pelo seu nome e diga-lhe aqui! ao mesmo tempo.
Noutras ocasiões em que o seu cão também vier para junto de si diga-lhe também esta ordem, pois assim ele associará o ato de se aproximar com a ordem.
Senta!: Uma maneira de lhe ensinar esta ordem é, quando ele estiver sentado, repetir esta palavra para ele, de maneira a que ele associe a palavra à ordem.
Outra maneira é chamá-lo e depois encolher-lhe as patas traseiras, obrigando-o a sentar-se. A seguir faça-lhe festas, demonstrando-lhe que ficou muito satisfeito.
Deita!: Esta ordem ensina-se de maneira idêntica à anterior. Quando ele estiver deitado, pronuncie-lhe várias vezes a palavra deita, fazendo-lhe festas. Noutras alturas, chame-o para junto de si e faça-o deitar-se, repetindo a ordem com um tom prometedor. A seguir elogie-o.
Quanto a aquisição:
Quanto aos passeios:
Cuidados gerais:
"Pêlos, saliva, patas, urina e fezes de animais, como gato, cachorro, roedores e pássaros, podem conter diversos microorganismos capazes de ocasionar doenças em crianças, jovens, pessoas adultas e idosas" A biologia contemporânea dá um grande passo, quando reconhece que os animais são seres providos de inteligência, e não são apenas instintivos, como se pensava alguns anos atrás, e de que a fauna e a flora, assim como o homem, fazem parte de uma mesma natureza (a recente decifração do código genético humano e dos animais não deixa a menor dúvida disso) e precisam ser melhor compreendidos, estudados, respeitados e suas vidas preservadas.
É de importância vital que o homem moderno aprenda a viver de forma harmoniosa e respeitosa com a natureza. Tantos animais domésticos tornam-se amigos, queridos, companheiros e parte da família. Entretanto os animais domésticos, além do carisma, afeto e alegria, podem também transmitir doenças. É importante saber quais são as mais comuns, como preveni-las e combatê-las.
Zoonose
Zoonose é a designação para toda doença infecciosa ou parasitária transmitida por animais vertebrados (providos de coluna vertebral e, em geral, de dois pares de membros: peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos) ao homem e vice-versa. São diversos os microorganismos e os agentes que podem causar doenças: bactérias, vírus, fungos, helmintos, rickéttsias (gênero de microrganismo que se situam entre bactérias e vírus, parasitas que vivem no interior das células no homem e nos animais) etc. Hoje em dia, cerca de cem doenças são identificadas como zoonose.
O pêlo, a saliva, as patas, a urina e as fezes de animais, como gato, cachorro, roedores e pássaros, podem conter diversos microorganismos capazes de ocasionar doenças em crianças, jovens, pessoas adultas e idosas. A precaução é tomar alguns cuidados, tais como vacinação, combate de verminose e consultas periódicas ao veterinário, mesmo que o animal não apresente nenhum sinal ou sintoma.
Alguns cuidados para se prevenirem doenças
• Não compartilhar cama e alimentos com os animais, por mais que eles sejam queridos.
• Evitar carinhos, como beijos e/ou lambidas, muito próximo ao rosto (lábios, nariz e olhos).
• Recolher rapidamente as fezes e a urina dos animais (não deixando-as expostas a moscas e ao contato humano), assim como desinfectar adequadamente o local.
• Procurar assistência terapêutica sempre que alguém for arranhado e mordido por um gato e/ou mordido por um cão.
• Consultas periódicas ao veterinário e/ou quando o animal apresentar algum problema de saúde.
• O organismo animal é muito sensível às drogas alopáticas. Em geral, eles respondem muito bem às terapêuticas alternativas e naturais. Podem ser tratados de forma segura e efetiva com naturopatia, homeopatia, nutrologia, fisioterapia, acupuntura e terapia ocupacional.
• É importante ter cuidado com animais doentes e com os produtos de origem animal (sangue, saliva, muco, pus, urina, fezes, etc.).
As zoonoses mais comuns
• Micoses (Cão, gato e coelho). Não deixar o animal dormir em locais úmidos. Manter sempre a sua casinha limpa. Se ele apresentar queda de pêlo ou áreas redondas sem pêlos, deve-se consultar um veterinário.
• DAG - Doença da Arranhadura do Gato: causada pela bactéria Bartonella henselae, é conhecida na França, desde 1950, ocasiona uma lesão acentuada e indolor na pele, que pode durar meses. No local da arranhadura ou mordedura, surge uma bolha consistente que logo desaparece. Dias depois, surge na região um gânglio aumentado e persistente. Em geral, esse mal é diagnosticado, quando se procura afastar a hipótese de um câncer. Embora essa doença seja autolimitada e benigna em pessoas saudáveis, pode trazer sérias complicações em pessoas com o sistema imunológico deprimido por HIV e outras razões. A infecção pela bactéria pode trazer conseqüências graves, como a angiomatose bacilar (doença sistêmica que provoca lesões por toda a pele e pode afetar o fígado, baço e o sistema nervoso central).
• Sarna sarcóptica causada por ácaro (Cão, gato, coelho e cavalo): dar banho nos animais a cada 15 dias e, semanalmente, trocar os panos da cama.
• Criptococose (Cão, gato, ovinos, pombos e primatas): doença provocada por um cogumelo com forma de levedura (fungo) e que se manifesta mais freqüentemente na forma de uma meningite subfebril, com evolução crônica acompanhada de hipertensão intracraniana e presença de leveduras no líquido cefalorraquidiano. Na maioria das vezes, a porta de entrada do germe são os pulmões.
• Brucelose (Cão): doença infecciosa do rebanho (vacas, cabras e carneiros), causada pela Brucella melitentis. Pode durar meses, ocasionando febre irregular, suores nortunos, dores no corpo, fadiga muito intensa e aumento do volume do fígado. Transmissão: secreções vaginais, fetos e secreções do parto. Os machos contaminam as fêmeas no acasalamento. Prevenção: acasalar apenas os animais não contaminados. Por isso, deve-se fazer teste de brucelose antes do acasalamento. Devem ser usadas luvas para o auxílio às fêmeas no parto.
• Lepstospirose (Cão): causada por bactéria presente na urina dos ratos que contamina a água de enchente, lama etc. Transmissão: é transmitida às pessoas quando a pele com pequenas lesões entra em contato com locais e objetos contaminados pela urina de ratos doentes. Prevenção: à noite, não deixar comida em vasilhames destampados. Combater os ratos, vacinar anualmente os animais; em áreas endêmicas, a cada 6 meses.
• Raiva (Cão, gato, primatas e cavalo). Transmissão: mordida de morcego hematófago ou de animal doente. O vírus encontra-se presente na saliva de animais infectados. Prevenção: vacinação anual a partir dos 4 meses de vida.
• Ancylostoma ou larva migrans cutânea/Bicho geográfico (Cão). Transmissão: contato com areia contaminada com fezes de cães. Prevenção: fazer exames de fezes semestralmente. Não deixar que os cães evacuem nas praias. Recolher as fezes das gramas, calçadas e parques.
• Dipylidium canino ou Tênia (Cão e gato): parasita intestinal bastante comum, não traz sérios perigos ao animal infectado, embora possa provocar irritação na região anal. As duas formas de infecção são: ao se coçar, ou ao se lamber, o animal pode engolir pulgas acidentalmente. Caso a pulga engolida estiver contaminada por larvas do dipylidium, o animal se infectará também. Transmissão: contato com fezes contaminadas. As pulgas fazem parte do ciclo de transmissão. Prevenção: Exames de fezes periódicos e combate à infestação de pulgas.
• Doença de Lyme (Cão): causada pela bactéria espiroqueta Borrelia burgdorferi, transmitida por carrapatos
• Trichinose ou triquinose: doença parasitária devido à Trichinella spiralis, introduzida no organismo através da ingestão da carne de porco, ou de cavalo, insuficientemente cozida, contendo larvas encistadas. Prevenção: evitar a ingestão de carne de porco, ou ingeri-la bem cozida
• Salmonelose: infecção causada pelos microrganismos do gênero Salmonella
• Listeriose: infecção devido à Listeria monocytogenes, transmitida ao homem por diversos animais
• Tuberculose
• Toxoplasmose: doença causada por toxoplasma, pode atingir o feto, por transmissão de uma infecção da mãe, ocasionando lesões nervosas e oculares (hidrocefalia e retardo mental).
• Hidatidose: doença parasitária que acomete o homem e outros animais. É causada pela forma larval de algumas parasitas do grupo das tênias, dentre os quais o Echinococcus granulosus; nos hospedeiros, apresenta-se em forma de cistos.
por Gilberto Coutinho
Em média os cachorros abrem os olhos cerca das duas semanas de idade e vêm nitidamente às 4 semanas de idade. Rastejam aos 7 a 14 dias, andam aos 16 dias e tem uma postura normal aos 21 dias de idade.
Poderá começar
a introduzir alimentos sólidos na dieta dos cachorros
a partir das três/quatro semanas de idade, quando
tendem a imitar a mães a comer e esta já
evita que eles mamem pela dor que lhe provocam devido
à erupção dos dentes; o desmame deverá
estar completo cerca das cinco semanas de idade.
Depois do parto o apetite da mãe aumentará apreciavelmente. Durante os primeiros dias deverá levar para junto dela a comida e a água, pois não quererá deixar os cachorros. Nesta fase poderá optar também por uma ração adequada para cadelas em lactação. Deverá observar regularmente e cuidadosamente as mamas da cadela, procurando sinais de mamite (vermelhidão); caso ocorram, deverá procurar a ajuda do veterinário. Durante alguns dias depois do parto a cadela terá um corrimento vaginal sanguinolento que em seguida se torna mais escuro e deverá ter desaparecido completamente às duas/três semanas. Por vezes as cadelas têm também uma perda de pelo acentuada depois do parto.